Pais e educadores, estamos vivendo um momento bem diferente,
não dá para mudar esse contexto social, o mundo não é estático como muitos
acreditam, mas dinâmico, precisamos compreendê-lo; faz-se necessário conhecer a linguagem dos jovens
estudantes, conectando-os com o futuro mercado de trabalho.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Liderança e Estresse
“Estresse pode ser compreendido, segundo a física, como levar um determinado material até seu ponto máximo de tensão ou esforço o qual sofrerá alteração molecular. Na saúde, a ideia é semelhante, isto é, levar um órgão, ou um conjunto de órgãos, a seu ponto máximo de tensão, esforço ou sobrecarga o que resultará numa alteração biomolecular”. Hans Selye foi o primeiro estudioso que tentou definir estresse, atendo-se à sua dimensão biológica. De acordo com o autor, o estresse tem fases distintas e progressivas,
Alerta: Agitação, Irritabilidade, sudorese, perda do apetite.
Resistência: Sensação de desgaste ao acordar, falha de memória,
desânimo, diminuição da libido.
Quase exaustão: Forte sensação de esgotamento, piora da falha de
memória, queda dramática da produtividade, sinais de depressão, ansiedade e
descontroles emocionais.
Exaustão: Produtividade quase nula no trabalho; desgaste enorme,
com grande falta de energia; angústia e ansiedade diária; depressão severa.
Em tese, Estresse é a resposta fisiológica, psicológica e
comportamental de um indivíduo que procura se adaptar e se ajustar às
solicitações internas e/ou externas. Essas solicitações capazes de levar ao
Estresse são chamadas de Fatores Estressantes ou Agentes Estressores. Assim
sendo, Fator Estressor é um acontecimento, uma situação, uma pessoa ou um
objeto capaz de proporcionar suficiente tensão emocional, portanto, capaz de
induzir à reação de Estresse.
Segundo o autor de “Fundamentos
da Teologia Pastoral” p.87, estudos recentes publicado pela International
Stress Management Association (Isma),
mostrou que os religiosos apresentam índices de estresse altíssimo. “Uma
pesquisa com Líderes religiosos realizada na Universidade de Brasília,
constatou-se forte incidência de desgaste físico e psicológico nesses líderes”,
o que sinaliza para a necessidade de orientações terapêuticas; ainda segundo o
autor,
As propostas de orientações terapêuticas devem estar
ancoradas no bom senso, considerando-se a singularidade do ser humano e o fato
de que cada caso terá um tratamento específico. As orientações terapêuticas têm
como objetivo melhorar a qualidade de vida, atuando preventiva e
terapeuticamente. Algumas são aparentemente simples e até mesmo obvias e,
talvez por serem assim, costumam ser negligenciadas. ( LOPES, 2011)
Vamos pensar em
algumas orientações básicas:
- Exercícios físicos: é benéfico e não exigem grandes investimentos.
- Técnicas de relaxamento: são importantes para alívio do estado de tensão física e psíquica
- Oração: umas das armas terapêuticas mais eficazes contra as doenças do cérebro.
- Arte terapia: qualquer manifestação artística, feita de maneira natural e espontânea, tem grande valia na prevenção do estresse e depressão.
- Lazer: tempo livre ou de descanso, após um período de atividade. O líder deve cuidar para reservar-se um tempo de lazer.
PENSE,
“{...} o chamado daqueles a quem Deus designa
como líderes não é para posição de reis, mas humildes escravos; não de
celebridades refinadas {...}. Nenhum líder de igreja tem o direito de se
considerar elite”. (MacArthur)
“Podemos
deixar absorver tanto pelas palavras que nos esquecemos de alimentar-nos da
Palavra {...} . Podemos vir a supor que falar bem é viver bem, que a habilidade
expositiva é piedade profunda, e enquanto abraçamos afetuosamente o não
essencial {...}”. ( J.H.Jowett)
“Jesus já morreu pela
igreja, você não precisa morrer outra vez”.
Pr Luzimar Vieira
domingo, 13 de setembro de 2015
Mais Cachorros que Crianças
A Pesquisa Nacional recente feita pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), traz novos dados sobre animais de
estimação nos lares do país. O IBGE estimou a população de cachorros em
domicílios brasileiros em 52,2 milhões. O dado mostra que, no Brasil, existem
mais cachorros de estimação do que crianças. De acordo com outra pesquisa do
IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), em 2013, havia 44,9
milhões de crianças de até 14 anos.
O Cão é mesmo um amigo, recentemente uma notícia correu
as mídias por todo país: “Cão que esperou uma semana em porta de hospital
reencontra o dono”; parei para ver, com certeza, uma atitude de amor. O
dono internado, e o cachorro aguardando na porta de entrada do hospital por
vários dias seguidos.
Há uma frase de Maine de Brian que afirma: “o cachorro só
é o melhor amigo do homem porque não conhece o dinheiro”. Pois bem, encontro na Bíblia uma referência
que exorta: “ ...o amor do dinheiro é a
raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns {...} se traspassaram a si
mesmo com muitas dores”! Certamente, o dinheiro é uma base para apostasia de
muitos, ele é responsável por várias contendas em diversas famílias e, exclui muitas
pessoas.
Voltando à estatística do IBGE, admito que o ser humano esteja
costumando mais com cães e perdendo a afeição por pessoas. Uma pesquisa perguntou: “Porque conviver com pessoas é tão difícil”? Respostas diversas
diziam, por exemplo: “Às vezes me sinto assim...me dá vontade de fugir de todos”.
“Intolerância”. “Difícil conviver com as diferenças, etc..”; ou seja, questões
emocionais, indiferença, intolerância, soberba, avareza, desejo descontrolado
por poder, oportunismo, necessidade de estar em evidência e, uma série de outros
comportamentos, tem provocado aversão entre os homens. Mas, o outro é
necessário para nosso desenvolvimento, por isso, temo essa lacuna que aos
poucos está crescendo, a ausência do “outro” nas nossas relações; nosso desenvolvimento, enquanto ser - no –
mundo, se dá a partir das nossas relações com o outro; o outro contribui
bastante na nossa capacidade de auto compreensão e compreensão de mundo, é como aprendêssemos a ser humano imitando outros humanos que nos são apresentados, o
homem precisa estar sempre em contato e interagindo.
Mais cachorros que pessoas - cachorro não reclama, não
fica indiferente, não exige muita coisa, não fica com mau humor, não é
arrogante – cachorro não mata em troca de poder e fama, não se vendem, não vinga
- cachorro não oprime, não engana; Porém,
apesar de todas as características positivas dos animais, precisamos reaprender com eles e, melhorar nossa relação
com os humanos, ceder, quando necessário, falar, desejar ouvir e compreender o discurso
do outro, que pode vir carregado de carências. Pesemos: a intolerância e
arrogância estão somente no outro, o insuportável é o outro e assim seguimos,
tentando substituir o insubstituível.
Pr.Luzimar Vieira.
domingo, 6 de setembro de 2015
A Ira
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